Seus dedos deslizaram em meu corpo
percorrendo minhas (poucas) curvas
e, um momento depois
encontrou a recôndita flor.
A perseguida flor
flor, flor, flor
À flor da pele.
Minha flor desabrochou
pétala por pétala,
sépala por sépala
até
me embriagar de tremores.
Maria cigana, Maria maré
Em minhas - talvez - desventuras, decidi fazer este blogue, onde escrevo sobre qualquer coisa, meus devaneios e infortúnios. Relutei bastante, pois sempre me considerei fazer parte da plateia e, além disso, ao escrever me sinto despida de alma. Assim sendo, bem-vindos os que porventura por aqui aparecerem em visita.
domingo, 16 de junho de 2013
terça-feira, 24 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
A melhor companhia
O importante não é se encontrar só, e sim, não se sentir só.
Porque o problema está aí: se sentir só.
Você pode está rodeado de milhões de pessoas e mesmo assim, só.
Agora, você pode está sozinho e ser perfeito para você mesmo.
Afinal, que companhia melhor que você mesmo?
Mas as vezes, nem mesmo a nossa própria companhia é suficiente, então
Vamos nós a mendigar um gole de prazer aqui, uma dose de carinho ali....
Porque o problema está aí: se sentir só.
Você pode está rodeado de milhões de pessoas e mesmo assim, só.
Agora, você pode está sozinho e ser perfeito para você mesmo.
Afinal, que companhia melhor que você mesmo?
Mas as vezes, nem mesmo a nossa própria companhia é suficiente, então
Vamos nós a mendigar um gole de prazer aqui, uma dose de carinho ali....
sábado, 10 de dezembro de 2011
Anna olhou-se no espelho. Sentia-se diferente.
Algo havia mudado.
Olhava, olhava. Estava completamente nua diante do espelho que a refletia por inteira. Sim, ela estava diferente. Mas não era diferença em seu corpo, era a diferença em seus olhos, em seu modo de olhar, de como olhar.
Depois disso, o mundo em sua volta havia mudado também.
Algo havia mudado.
Olhava, olhava. Estava completamente nua diante do espelho que a refletia por inteira. Sim, ela estava diferente. Mas não era diferença em seu corpo, era a diferença em seus olhos, em seu modo de olhar, de como olhar.
Depois disso, o mundo em sua volta havia mudado também.
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