Admito que reprimo meus sentimentos e tenho dificuldade em demonstrar minha afetividade.
Na maioria das vezes raciocino a respeito, em vez de responder instintivamente a elas.
Preciso aprender a demonstrar meu afeto e carinho em vez de discuti-lo.
Sempre busco conciliar os opostos, por muitas vezes ficando "em cima do muro".
Enfim, o que eu escrevi é muito parecido com o signo de libra (o meu).
Andei lendo e percebi que é realmente parecido minha personalidade com a descrição do signo.
Que fique claro que não acredito em previsões astrológicas, mas acredito sim, que algo no seu signo é parecido com a sua personalidade.
Em minhas - talvez - desventuras, decidi fazer este blogue, onde escrevo sobre qualquer coisa, meus devaneios e infortúnios. Relutei bastante, pois sempre me considerei fazer parte da plateia e, além disso, ao escrever me sinto despida de alma. Assim sendo, bem-vindos os que porventura por aqui aparecerem em visita.
domingo, 24 de julho de 2011
Melhor sozinho que mal acompanhado
Eu não gostei de você
E não quero ter você por perto.
Não quero seu telefone,
Muito menos o seu corpo.
Não quero a sua amizade,
Não quero nada que venha de você.
Não te quero na minha vida,
Eu tenho nojo de você.
Eu tenho nojo fe você.
Eu tenho NOJO de você.
Desaparece do meu caminho!
E não quero ter você por perto.
Não quero seu telefone,
Muito menos o seu corpo.
Não quero a sua amizade,
Não quero nada que venha de você.
Não te quero na minha vida,
Eu tenho nojo de você.
Eu tenho nojo fe você.
Eu tenho NOJO de você.
Desaparece do meu caminho!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Causa ou consequência?
Acordo com uma calma imensa em meio a essa desordem.
Uma alegria que não é de um todo uma alegria,
Uma tristeza que não é de todo uma tristeza
É algo a mais... Ou a menos...
O que será?
É suspiro de desânimo,
Um olhar triste para o que se vê
- O olhar longe... Será isto a causa ou a consequência? -
Cabeça já cansada de tanto pensar,
Pensando e ficando cega dos olhos e do coração
Tomando mais doses de veneno, a cada pensar...
E por fim, uma melancolia que não é de todo uma melancolia,
Talvez uma ausência, dormência ou até mesmo paciência
Um modo calmo de existir.
Uma alegria que não é de um todo uma alegria,
Uma tristeza que não é de todo uma tristeza
É algo a mais... Ou a menos...
O que será?
É suspiro de desânimo,
Um olhar triste para o que se vê
- O olhar longe... Será isto a causa ou a consequência? -
Cabeça já cansada de tanto pensar,
Pensando e ficando cega dos olhos e do coração
Tomando mais doses de veneno, a cada pensar...
E por fim, uma melancolia que não é de todo uma melancolia,
Talvez uma ausência, dormência ou até mesmo paciência
Um modo calmo de existir.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Migalhas
Só me procura quando precisa.
Só me olha quando sou a última.
Só me deseja quando sou o que resta.
Sempre a última opção, a última a ser lembrada,
A última em tudo.
Ele realmente me ama!
Só me olha quando sou a última.
Só me deseja quando sou o que resta.
Sempre a última opção, a última a ser lembrada,
A última em tudo.
Ele realmente me ama!
Bebendo e amando
Essa noite eu bebi e amei o mundo.
Olhei ao redor para (re)conhecer o ambiente,
Cheguei como quem não quer nada,
Bebi para esquecer, lembrar, aproveitar - não sei -
Fumei para não deixar a bebida sem companhia
E me droguei, para que eu é quem não ficasse sem companhia.
Pulei como nunca, rodei sem parar, e mesmo parando, continuava rodando
Brincava e sorria, como nunca - mais uma criança perdida -
Admirada com as luzes, tentei observar o borrão de pessoas.
Primeiro as cores, depois os sabores.
Gostei daquele borrão de cor, então queria ver o sabor.
Amei, amei, amei e amei.
Eu bebi e amei.
Fiquei totalmente preenchida
Amei a tudo e a todos.
Amando eu bebia
E bebendo eu amava.
Olhei ao redor para (re)conhecer o ambiente,
Cheguei como quem não quer nada,
Bebi para esquecer, lembrar, aproveitar - não sei -
Fumei para não deixar a bebida sem companhia
E me droguei, para que eu é quem não ficasse sem companhia.
Pulei como nunca, rodei sem parar, e mesmo parando, continuava rodando
Brincava e sorria, como nunca - mais uma criança perdida -
Admirada com as luzes, tentei observar o borrão de pessoas.
Primeiro as cores, depois os sabores.
Gostei daquele borrão de cor, então queria ver o sabor.
Amei, amei, amei e amei.
Eu bebi e amei.
Fiquei totalmente preenchida
Amei a tudo e a todos.
Amando eu bebia
E bebendo eu amava.
sábado, 16 de julho de 2011
Never more
Agora ele já percebeu que é inútil, que não me engana mais, que eu não abro mesmo, que sou capaz de morrer ali em silêncio, posso virar um esqueleto em pé diante do esqueleto dele. Então ele novamente abana a cabeça e some do meu campo de visão. E é nesse último vislumbre que o identifico com toda a clareza, voltando a esquecê-lo novamente, só lembrando da dor. Só sei que era alguém que há muito tempo esteve comigo, mas que eu não deveria ter visto, que não precisava rever nunca mais, porque foi alguém que um dia abanou a cabeça e me abandonou, sumiu do meu campo de visão e do meu coração há muito tempo. Agora ele volta e mais uma vez me abana a cabeça. É, ao menos dessa vez eu não estou jogada no chão, submissa, não preciso mais tirá-lo do meu coração, porque dessa vez fui eu quem abanei a cara e virei as costas.
sábado, 2 de julho de 2011
Mike Predador
O nome dele era Mike
Mike predador
Mike se considerava um monstro,
Um monstro sem sentimentos
"O predador de sentimentos"
Adorava colocar nas alturas
O ego de suas vítimas
Colocava no mais sublime lugar...
Não, ele não banalizava nada
Ele apenas temperava suas vítimas
Gostava de ter um sabor a mais
Porque Mike gostava de carne fresca, carne viva
Amaciava, as deixava com um gosto
Irresistível.
Mike mastigava lentamente...
Nunca engolia.
Mastigava, igual chiclete
Até perder o sabor
E quando perdia,
Ele cuspia, cuspia pra bem longe
Pois era apenas um pedaço de carne
Agora, todo mastigado e sem gosto
Para os outros que a quiserem nesse
Estado.
Mike achou uma nova vítima,
Fez todo o ritual
Mas, sem querer, ele a engoliu
Desceu rasgando
E dentro de seu corpo
A carne se fez mais forte.
Ele tinha necessidade dela,
Ele GOSTAVA dela
Ele queria que aquela carne
Fosse dele
Pois ela já estava dentro do seu ser.
O que Mike não sabia
É que além dele, existia outros monstros
E piores do que ele.
É, Mike virou a vítima
Foi comido e cuspido
E até hoje Mike ainda sente
O gosto daquela carne em sua boca
E também dentro de seu corpo.
Mike predador
Mike se considerava um monstro,
Um monstro sem sentimentos
"O predador de sentimentos"
Adorava colocar nas alturas
O ego de suas vítimas
Colocava no mais sublime lugar...
Não, ele não banalizava nada
Ele apenas temperava suas vítimas
Gostava de ter um sabor a mais
Porque Mike gostava de carne fresca, carne viva
Amaciava, as deixava com um gosto
Irresistível.
Mike mastigava lentamente...
Nunca engolia.
Mastigava, igual chiclete
Até perder o sabor
E quando perdia,
Ele cuspia, cuspia pra bem longe
Pois era apenas um pedaço de carne
Agora, todo mastigado e sem gosto
Para os outros que a quiserem nesse
Estado.
Mike achou uma nova vítima,
Fez todo o ritual
Mas, sem querer, ele a engoliu
Desceu rasgando
E dentro de seu corpo
A carne se fez mais forte.
Ele tinha necessidade dela,
Ele GOSTAVA dela
Ele queria que aquela carne
Fosse dele
Pois ela já estava dentro do seu ser.
O que Mike não sabia
É que além dele, existia outros monstros
E piores do que ele.
É, Mike virou a vítima
Foi comido e cuspido
E até hoje Mike ainda sente
O gosto daquela carne em sua boca
E também dentro de seu corpo.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Sem uma alma
Sem nada
Intediada
Sem vida
Sem morte
Sorte
À cabeça erguida
A vida, pela vida
A sorte, pela morte
Ao dom que é a vida
E a desordem que é a morte;
À uma vida que aqui está
Presente, dormente, indiferente
Cansada e lentamente, entre
O tempo que vai se passando
E passando e passando...
E acaba ficando entre o
Óbvio e o acaso,
Fato.
Sem nada
Intediada
Sem vida
Sem morte
Sorte
À cabeça erguida
A vida, pela vida
A sorte, pela morte
Ao dom que é a vida
E a desordem que é a morte;
À uma vida que aqui está
Presente, dormente, indiferente
Cansada e lentamente, entre
O tempo que vai se passando
E passando e passando...
E acaba ficando entre o
Óbvio e o acaso,
Fato.
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