sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sem uma alma
Sem nada
Intediada
Sem vida
Sem morte
Sorte
À cabeça erguida
A vida, pela vida
A sorte, pela morte
Ao dom que é a vida
E a desordem que é a morte;
À uma vida que aqui está
Presente, dormente, indiferente
Cansada e lentamente, entre
O tempo que vai se passando
E passando e passando...
E acaba ficando entre o
Óbvio e o acaso,
Fato.

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